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Fàilte, Lughnasadh!

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Fàilte, Lughnasadh... A primeira colheita!

Nossa jornada se inicia na busca interior dos segredos adormecidos dentro de nós. A mente é o começo, nossas atitudes o resultado final e a percepção, que vai além da lenda e do mito, os elementos fundamentais para a nossa evolução espiritual. Nosso objetivo é resgatar a espiritualidade dos druidas, através dos antigos mitos arturianos, lendas, história e cultura dos povos celtas.

Avalon, conhecida como a ilha das maçãs, a ilha mística que separa o mundo profano do mundo divino... Uma analogia aos arquétipos dos mitos arturianos que facilitam o nosso caminhar rumo aos Deuses, juntamente com o ciclo da natureza que percorre as estações do ano, concluindo assim, sua trajetória de morte e renascimento. O verdadeiro código elemental.

Apesar das controvérsias entre fato e ficção, rudes guerreiros da tradição celta são transformados em nobres cavaleiros e as heróicas buscas de testemunhos druídicos tornam-se aliados ao poder do mito e da lenda em busca da verdade, divulgando o paganismo e a mitologia céltica com seriedade e bom-senso.

Miticamente, a colina do Tor, em Glastonbury, representa a entrada do Outro Mundo, Annwn ou Portal de Summerland, Terra do Eterno Verão, da magia e do awen sagrado, a inspiração divina. Misteriosa ilha, cantada em verso e prosa por trovadores medievais, inspirados na beleza dos antigos costumes celtas.

Através da Arte Antiga, que o poder dos bosques da ilha sagrada renove as energias e reavive a esperança, outrora perdida em nossos corações. Não como uma lenda morta, mas como um ideal vivo e realizável. Pois a magia está na sabedoria de cultivarmos apenas aquilo que queremos de volta para nós.

Peço então, que as brumas dêem passagem aos conhecimentos e ao saber dos Antigos, o real caminho da verdade, do bem e do belo. Este espaço é dedicado a todos aqueles que buscam viver de maneira plena e em concordância aos princípios maior da grande natureza, abençoados pela terra, o céu e o mar... Que assim seja!

Bem-vindos, que os Deuses os abençoem!

Fàilte, beannacht na deithe ort!


Diário de Avalon

Janeiro em gaélico quer dizer Eanáir, a Lua amarela da cor do feno e do hidromel. Ela representa o tempo em que os antigos pagãos preparavam os campos para o ciclo de celebrações das colheitas.
Os mitos celtas foram preservados em duas principais tradições: as populares orais e os registros escritos por monges cristãos, poetas e escribas medievais, que se ocupavam em traduzir as lendas e os mitos, que os celtas e seus descendentes contavam entre si.
Símbolos mágicos de origem nórdica ou talismãs rúnicos eram usados pelos povos pagãos da antiga Escandinávia, para atrair virtudes, boa sorte, cura e proteção. Eram feitos de couro, osso, sementes, metais ou madeira.
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